SESSÃO LULALELÉ

E o presidente Lula continua não querendo reconhecer a legitimidade das eleições em Honduras. Diz ele que, caso isso aconteça, estará legitimando o golpe e estimulando novos aventureiros por aí afora, sejam eles militares ou disfarçados de civis. É certo que no país vizinho, a Venezuela, houve eleições, mas se é para ter um governo ditatorial como o do seu amiguinho Hugo Chaves, qual é a vantagem?Quer dizer que a decisão do Congresso de um país não é soberana e factível de apoio, mas um ditador que não "largará o osso" as custas do sacrifício de seu povo e da liberdade do mesmo está tudo bem, é legítimo e aceitável. Era isso também o que iria acontecer em Honduras no governo de Manuel Zelaya, caso o Congresso acertadamente não o tirasse do poder e legitimamente colocasse Micheletti em seu lugar como presidente "interino", e, se o ato foi feito pelo Congresso, por que o Brasil vai contra e diz que foi um golpe? Há, com certeza, interesses escusos nisso tudo. Quem se diz democrata e governante do povo, por que não aceita uma decisão tomada pelo povo na sua mais legítima forma como são as eleições? Pensem muito bem nisso tudo para as próximas aqui no Brasil.




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"Boto quem eu quiser", afirmou ao filho João Fernando em 27 de agosto de 2008. O cargo era, nesta data, ocupado por João Fernando. Devido ao cerco ao nepotismo no Congresso, ele foi demitido sigilosamente em 2 de outubro. Na conversa, gravada pela polícia com autorização da Justiça, Fernando falava com o filho sobre a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir a contratação de parentes nos três Poderes.